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sábado, 28 de março de 2015

O mês da poupança extrema

Tenho um plafond estipulado todos os meses para supermercado (e quando digo supermercado incluo alimentação, limpeza, higiene, etc)

Já expliquei aqui como faço a gestão tendo em conta aproveitar também as promoções sempre sem extrapolar o orçamento mensal. Penso mais ou menos como a Ariana explica no post e comentários (post da Ariana), tirando que tendo plafond disponível aproveito sim as promoções (com conta, peso e medida). Mas é como sempre digo: cada carteira é uma carteira e cada um tem que se governar como pode e como se orienta!

Como aproveito as promoções sempre que possível, vou compondo uma despensa bem fofinha! Mas isto tem um problema, uma Poupada pode-se perder e ir comprando, comprando, ... e os alimentos acumulam e depois... passam de validade! oooppsssss... Este é o maior erro de aproveitar poupanças e comprar em quantidade: uma pessoa perde-se. (Falo porque já aconteceu comigo e temos que aprender com os erros!)

Quando isto me aconteceu, moderei a quantidade de stock e comecei a usar um truque: O mês da poupança extrema!

Mais ou menos de 6 em 6 meses,  tenho um mês onde NÃO VOU AO SUPERMERCADO!!
(excepção feita à ida ao mercado para comprar fruta e legumes) Cozinho com o que há e invento, invento muito!!!! 
Normalmente é neste mês que experimento tudo o que há para experimentar (p. ex tenho ali um saco de tempero de peixe no forno para experimentar à décadas).
No final do mês é só rir porque já faço as coisas mais improváveis, mas é bom! Acabo (ou quase) com a carne e peixe da arca, acabo por comer aquele frasco de feijão branco que anda ali a rebolar, acabo de descobrir que aquelas bolachas de canela que nem apreciava muito até são muito boas com doce de pêssego em cima (que também andava a rebolar porque o fiambre que comprava era sempre melhor opção para lanches e pequeno almoço). Descubro a fazer comidas de um tacho só, feijoadas e ranchos fingidos com o que calha, arrozes especiais, massas da chef, pratos de forno improváveis, etc...

No final do mês, aproveito que está tudo vazio e limpo frigorífico, congelador e despensa.
No mês seguinte começo lentamente tudo de novo. Não tenho muito plafond para as promoções, mas vou começando de início, lentamente, a criar algum stock e variedade em casa....

O que ganho com isto?? Além de aproveitar tudo sem desperdício, invento soluções deliciosas e consigo a POUPANÇA do orçamento de supermercado de um mês!

Este mês que se irá iniciar (Abril) é o mês da poupança extrema. :) 


PS - Neste momento devem estar a pensar: ela é maluca!!! Não sou :) Se tiverem alguma dúvida no procedimento ou sugestão, escrevam até os dedos cairem. Estamos cá para a partilha de experiências que só nos enriquecem!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Gestão do orçamento

Primeiro que nada, convém esclarecer que costumo receber sempre a dia 28/29, pelo que considero que o meu mês inicia dia 1.

Não me dou com dinheiro levantado e envelopes e essas coisas. Há muitos especialistas que dizem que quando pagamos em dinheiro nos apercebemos do que realmente custam as coisas e nos custa mais a gastar. Eu sou a excepção à regra: se gasto em dinheiro vivo, perco o controlo! Sendo assim, sou fiel seguidora do cartão.

Assim sendo, tenho uma folha de excel onde, no inicio de cada mês, escrevo as categorias que tenho falado anteriormente e o plafond destinado a todas elas. Depois é só ir fazendo contas de "sumir"... Os primeiros gastos do mês são sempre a poupança e o dinheiro para as contas não mensais (transferência ao dia 1), depois tenho a prestação, as contas, o supermercado, etc... vou fazendo a actualização do ficheiro (o que não me leva mais do que 1 minuto) e sei sempre quanto dinheiro posso gastar.
É muito simples porque, como sou adepta do cartão, aparece tudo descriminado no extracto online e é só fazer as contas de sumir. O dinheiro levantado é sempre para "dinheiro de bolso".


Exemplo hipotético:

MÊS FEVEREIRO - ordenado liquido 700 €
Supermercado 100 €
Prestação 100 €
Contas 100 €
Gasolina 100 €
Dinheiro de bolso 100 €
“Contas não mensais” 100 €
Poupar 100 €

Dia 1 - transferência para poupança (100 €) e "contas não mensais" (100 €)
Dia 3 - Ida ao supermercado (30 €) e levantamento 30 € no MB para "dinheiro de bolso"
Dia 7 - Gasolina (50 €)
Dia 10 - Prestação (100 €) e conta luz (50 €)
Dia 12- Calças novas (30€) e supermercado (15 €)
Dia 15 - conta internet (20 €)
....

A esta altura estaria assim:
Supermercado 100 € - 30 € - 15 € = 55 €
Prestação 100 € - 100 € = 0 €
Contas 100 € - 50 € -20 € = 30 €
Gasolina 100 € - 50 € = 50 €
Dinheiro de bolso 100 € - 30 € - 30 € = 40 €
“Contas não mensais” 100 € - 100 € = 0 €
Poupar 100 € - 100 € = 0 €

Assim sei sempre os plafonds disponíveis para gastar em cada categoria. E isto é importante porquê? ANTECIPAÇÃO!

Por exemplo, tenho um jantar marcado para dia 27 de Fevereiro e, se este caso fosse real, o plafond começaria a ficar escasso, portanto teria que limitar as cowboyadas no dinheiro de bolso para depois não ficar a comer atum em casa.
Outro exemplo de cenário, veio a conta da água e este mês foram 40 €. Uiiiii.... extrapolei o plafond! Não há problema! Hipóteses: ou tenho gasolina suficiente e "roubo" desta categoria, ou até tenho a despensa carregadinha e posso ir buscar ao plafond do supermercado ou, em último caso, aperto no "dinheiro de bolso".

Relativamente à categoria "dinheiro de bolso" uso um pequeno truque que é: gaste por último. Normalmente divido o dinheiro desta categoria pelos dias do mês, mas não gasto nada nos primeiros 7 para poder fazer face a um pequeno deslize como uma conta luz mais elevada, um medicamento inesperado, etc. Na última semana do mês tenho o plafond em duplicado e, se não foi necessário par amais nada, já tenho o meu pequeno luxo: um jantar fora, ou um vestido novo, ou um livro! :) Assim faço ao contrário dos demais assalariados: ando "tesa" no inicio do mês ao invés de no fim. :)

Atenção: este método não é válido para os deslizes grandes. Quando esses existem (lagarto, lagarto, lagarto) tenho que recorrer ao dinheiro poupado para esse fim.

Beijinhos e boas contas!


domingo, 8 de fevereiro de 2015

Contas não mensais

Todos nós temos as contas não mensais que deixamos descansadinhas lá no sítio delas até que aparece o mês em que temos de pagar... Tragédia!!!! E depois no mês seguinte outra conta e passados dois meses outra... Não saímos da cepa torta...

Fiz o esforço e adaptei o meu orçamento a esta realidade, ou seja, todos os meses tiro uma parcela pré-estipulada para fazer face a estas despesas quando surgem (e conta como uma despesa fixa).

Aqui englobei parcelas tão variadas como:

- Carro - seguro (dividir valor por 12 meses), inspeção (dividir valor por 12 meses), selo (dividir valor por 12 meses), manutenções simples (dividir valor por 12 meses) e pneus (dividir valor por 48 meses). Excluí outras reparações, porque essas não são programadas e entram no fundo emergência/poupança.

-Animais - veterinário (dividir valor por 12 meses), ração (a bicheza come uma ração veterinária especial que mando vir em grande quantidade de Espanha pela internet pois sai muuuuito mais barato; mando vir esta ração +- de 8 em 8 meses). Excluí consultas de urgência ao veterinário porque, mais uma vez, é uma despesa que não é certa e não programada.

- Saúde - consultas a especialista (tenho uma condição médica que me obriga a fazer consultas particulares de 6 em 6 meses e a tomar alguma medicação, divido o valor por 6 meses) e outras consultas (tirando a condição anteriormente falada, não sofro de grandes males, mas mesmo assim ponho um pouquinho de lado todos os meses para o dia em que adoeça e necessite de alguns cuidados)

- Casa - IMI (dividir valor por 12 meses) e seguro de recheio de casa (é anual, divido por 12 meses)

- Lenha - como tenho recuperador de calor em casa, todos os Verões compro lenha para o Inverno seguinte. Para fazer face a esta despesa ponho sempre algum de lado todos os meses.

Cada caso é um caso e temos que adaptar esta estratégia à nossa realidade. Para quem tem filhos, contar com material escolar, por exemplo; para quem tenha aquecimento eléctrico, colocar algum dinheiro de parte no verão/primavera para fazer face às elevadas facturas nos meses mais frios, etc...

Em suma, façam uma retrospectiva ao ano anterior e vejam quais são as despesas fixas não mensais que têm. Dividam cada uma dessas despesas pelo numero de meses que têm para poupar para ela (material escolar é uma compra anual, divide por 12, mas um seguro que seja pago semestralmente já divide só por 6). Assim obtém o valor mensal de cada despesa e, se possível, deverão colocar esse dinheiro de parte.

Sei que não é fácil, já passei pela parte da negação "é impossível, o magro salário não estica, não consigo, tenho a casa para sustentar...". Reduzi as despesas mensais ao máximo (principalmente as lúdicas e as supérfluas...) e tive de reduzir a poupança mensal para conseguir pôr este dinheiro de parte. Mas compensa. Sei que o meu rendimento faz face a todas as despesas fixas (mensais e não mensais). Sei que a poupança anual pode não ser muita, mas sei que qualquer dinheiro extra (seja um prémio, um subsidio, reembolso de IRS) será sempre para a "poupança"/realização de sonhos. E isso deixa-me mais descansada. Vem aí Março e o pagamento do seguro do carro, inspecção e selo, mas estou tranquila: já tenho tudo de parte! :)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Dinheiro de bolso

Nesta categoria incluo todos os gastos pessoais: um café, um jantar fora, roupa, cabeleireiro, uma saída com os amigos, cinema, etc...

Esta categoria era o meu grande calcanhar de Aquiles. E digo "era" porque sinceramente acho que está mais controlada (se bem que quando alguma coisa derrapa, é aqui!).


Antigamente não controlava: saía todos os finais de semana, jantava fora, comprava roupa sem olhar a preços ou necessidades, amontoava os livros que comprava sem lhes dar vazão, etc.. 

Agora tenho a coisa mais controlada: tenho um limite de 1 jantar fora por mês e obrigo-me a cumprir. Eu e os meus amigos tentamos fazer alguns programas indoor (ora em casa dum, ora em casa doutro), nem que sejam só uns aperitivos e uma cervejinha ou um chá e pôr a conversa em dia.
Passei a fazer mais actividades culturais gratuitas ou com preços simbólicos, como música ao vivo, circuitos organizados pela câmara municipal, exposições, apresentações de livros, etc... Para o cinema compro, quando aparecem, aqueles bilhetes mais baratos nos sites da groupon ou similar. Livros compro sempre que necessito e nas promoções online na fnac ou promoções do supermercado (tento manter apenas 3 livros por ler no meu "stock").
Quanto à roupa, tento comprar muito mais em saldos e outlets. Passei a comprar muito mais qualidade do que quantidade (até porque tinha o closet cheio de porcaria que nem usava).
Relativamente a cuidados de princesa, só vou ao cabeleireiro cortar (e ainda vou à minha cabeleireira de bairro que é um amor e é baratinha, baratinha), depilação e tratamentos ao cabelo faço em casa, e não pinto as unhas, nem tenho pestanas postiças nem nada disso.

A gestão que faço destas actividades é não comprar tudo no mesmo mês! Um mês vai para roupa, outro para livros, etc... Prefiro gastar menos e mais controladamente nestes caprichos do dia-a-dia (pelo menos para mim são) e ter algum dinheiro para o que realmente me faz feliz, como por exemplo um upgrade na minha casa (ainda me falta a bancada na churrasqueira, o caminho pavimentado, arranjar o jardim, cortinados, ufaaa....) ou viajar (adoro, adoro!!). Adoro fazer planos a médio prazo e poupar com objectivos (neste momento tenho projectada uma viagem para a Páscoa e colocar o lancil para o caminho até ao Verão).

Por fim, resta dizer que faço a  gestão a este dinheiro por dia, ou seja, divido o plafond disponível pelo número de dias do mês. Assim sei que, se quero ir ao cabeleireiro, por exemplo, tenho que andar uns dias sem gastar para poder ir. Cá em casa é assim: ditadura auto-imposta! :)


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Gasolina

Como costumam dizer, quase que pagamos para poder trabalhar.

Aplico este dizer ao que gastamos em gasolina. Não tenho transportes públicos que me levem ao local de trabalho, mas também não me considero uma desgraçada porque até moro relativamente perto. Além do trajecto para o trabalho, vou almoçar a casa dos meus pais: gasto na gasolina, mas poupo muuuuito na alimentação. Feitas as contas faço cerca de 25/30 km por dia mais as saídas de fim-de-semana. Ponho de parte todos os meses 90 € para esta despesa. Há meses que não gasto tanto mas guardo para os outros que gasto mais...

Na estrada tento fazer uma condução decente. Nem sempre é fácil, mas tento manter a calma, antecipar travagens, não andar a velocidades elevadas, etc... Tenho uma desvantagem: como os trajectos que normalmente faço são curtos, o carro nem chega a aquecer e trabalha só naquela fase que gasta um pouquinho mais. Além disso, com o tempo, fica um pouco "entupido" e começa a soluçar e a consumir mais. Por conselho do mecânico, volta e meia lá ponho o aditivo na gasolina e faço uns trajectos maiores para aquecer e depois puxar pelas rotações do motor.

Quanto à gasolina, costumava colocar gasolina numa bomba self-service da repsol onde a gasolina era ao preço das low-cost, mas agora mudei de trabalho e deixei de passar por essa bomba e comecei a abastecer na galp com cupões do continente. Mas ando desconfiada! Muito desconfiada!!! É que desde que comecei a abastecer lá, gasto muito mais gasolina... algo se passa... Acho que vou passar na bomba antiga para abastecer e tirar algumas conclusões.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Contas


Esta categoria, depois de bem espremida, é muito fácil e não necessita de grandes touradas.

Quando comecei a viver na minha casa não tinha internet. No inicio, e até me orientar com as contas, perferi não ter mais essa para me preocupar... Quando vi que tinha folga no orçamento, contratei o serviço.

Neste momento as minhas contas fixas são telemóvel, internet, água e luz (não uso gás).Vamos por partes:

- Telemóvel: ninguém vive sem ele, não é? O mês passado fiz uma mudança: tenho um casal amigo que tem MEO4O e acordei com eles porem o meu telemóvel lá no plano e eu pago-lhes a diferença. São cerca de 8€/mês com 2000 min ou sms para todas as redes e 200 mb de net. Perfeito, simples e barato!

- Internet: como passo bem sem vários canais de tv (vejo muito pouca), acho que pagar 50 € por um pacote era demais... Decidi aderir a uma internet móvel com router. Tenho 6 Gb (que chega perfeitamente se não vir muitos vídeos no youtube ^^) e no primeiro semestre de contrato paguei 10 €; agora, no segundo semestre, pago cerca de 20€ por mês. Além disso tenho a vantagem que pode ir comigo se eu sair de fim-de-semana, por exemplo. No final do ano de contrato vou renegociar. Muahhahahah... (riso maquiavélico)

- Água: Pacífico. A conta nunca passa os 15 € (já me disseram que dependendo da zona, a água pode ser mais cara ou mais barata). Mas nunca gasto muito mais que 3 m3 por mês. Uma vantagem de ser só uma a gastar! Tento fazer duches rápidos, pôr as máquinas a lavar só quando estão completas, etc...

- Luz (e não uso gás): Consigo fazer a brincadeira com 30/35 € por mês! Como? 1º A minha casa é nova, com um óptimo isolamento e orientação solar, tenho lareira com recuperador de calor para as áreas comuns e um aquecedor para a casa de banho. Os electrodomésticos são novos e bastante eficientes e todas as lâmpadas são leds. Tenho também painel solar para as águas quentes sanitárias... Tudo coisinhas que investi na altura da construção (e o que me custou...  ufa!) para agora recolher os benefícios. 2º Não sou daquelas que quer a casa a 25ºC para andar de t-shirt. Tenho uma temperatura agradável em casa, mas ando agasalhada qb, tenho mantinha no sofá, e um edredon de penas muito quentinho :) 3º Ajuda muito não almoçar em casa e passar a maior parte do dia fora. Só gasto luz de manhã e ao final do dia, só cozinho uma refeição, etc... 

E são estas as minhas contas fixas para ter tudo o que necessito para viver confortável.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Prestação - crédito habitação

Então cá vamos falar da "terrível" - a prestação!


Neste parâmetro englobo tudo o que pago ao banco relacionado com o empréstimo da casa que, no meu caso, é: prestação, seguro de vida e multiriscos e PPR.



Quando fiz o meu empréstimo, foi uma luta! Foi uma luta conseguir um crédito de construção com apenas um titular e nos bancos queriam-me casar à força. Curiosamente o banco que me ofereceu as melhores condições financeiras, foi o banco que não pôs entrave nenhum ao facto de ser um titular apenas, exigindo-me em troca fiadores para o empréstimo.



Relativamente aos seguros, fazendo pelo banco teria um decréscimo no spread praticado. Mesmo sabendo isso, fiz simulações fora e verifiquei que era um bom negócio o que o banco me propunha. 



O PPR, embora também tenha associado um decréscimo no spread, foi uma opção pessoal! Sabemos que as poupanças, quando as conseguimos fazer, serão sempre para uma eventualidade, uma obra, uma loucura, etc... O PPR é a tentativa de ter algum dinheiro de bolso para as agulhas quando for velhota :)



O empréstimo inicialmente estava feito a 40 anos porque tinha medo... tinha medo do dinheiro ao final do mês não esticar, tinha medo de ficar desempregada, tinha medo de ficar refém da prestação, tinha medo de tudo. Além disso o empréstimo foi feito em plena crise e o meu spread é... um pesadelo, o que faz com que pague um horror de juros!

Um ano depois de estar a morar na minha casa, organizei-me melhor e reduzi em 10 anos o prazo do empréstimo. Passei a pagar mais 35 € todos os meses mas poupei 10 anos de prestações!!! Poupo menos todos os meses (pois canalizo esse dinheiro para a prestação) mas sinto-me mais leve por não ter tantos anos de pagamento pela frente e saber que o final ficou um pouquinho mais próximo. O objectivo daqui para a frente seria amortizar qualquer coisinha e ir reduzir o prazo (mantendo a prestação) para ficar livre de dívidas antes da idade de deixar o dinheiro todo na farmácia! 

A ver vamos... (lá que o plano é bom, é!) :)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Supermercado

Consegui estar um passo à frente das minhas necessidades pelo que, tirando os frescos, ando sempre a comprar para os meses seguintes. Em que é que isso resulta? Aproveitar as promoções ao máximo.

Acho que o meu segredo foi fazer isto aos poucos. Num mês aproveitei a promoção do detergente e champô, nos outros meses não me preocupei com estas despesas, sobrou fundo maneio para a promoção de azeite e desodorizante e abasteci-me. E assim por diante...

Mas faço alguma ginástica e, como tenho bastantes supermercados na minha zona de residência, vejo os catálogos online e vou pulando entre promoções nuns e noutros. Por exemplo, os papeis (absorvente cozinha, higiénico, etc...), compro tudo no “Espaço Casa”; adoro aqueles preços baixos fixos e em material de qualidade - fica a dica! Dou sempre preferência aos descontos imediatos (e não em cartão) porque o dinheirinho fica na minha carteira e oriento-me melhor.

Experimento marcas brancas. Nuns casos gosto e torno-me “cliente”, noutros nem por isso. É um ciclo de experimentação para se ir fazendo (e nunca fazer de uma vez só porque podemos não gostar de nada e lá vai uma compra inteirinha para o lixo).

Em relação aos frescos, aproveito e vou ao mercado semanal. Compro sempre nas senhoras sem ser das bancas (as lavradeiras). Por vezes a fruta é feia, mais pequena ou sem ser calibrada, mas é tão mais saborosa e saudável para a carteira.

Em casa, tenho sempre sopa feita e começo sempre a refeição com uma pouca. Depois vou variando o restante da alimentação: ora carne, ora peixe, uma massa... às vezes uma pizza (poderei abordar a cozinha a solo mais tarde). E a refeição termina sempre com fruta. Não compro refrigerantes, nem bolachas daquelas cheias de creme. Tento fazer uma alimentação saudável com o mínimo de comida processada (que até nem presta para nada), bastantes vegetais frescos e cereais (sementes sésamo, chia, aveia,...).



E acho que o saudável fica bem mais do que dizem! É preciso é saber viver... e comprar! ;)


sábado, 24 de janeiro de 2015

Orçamento mensal

Há dois anos que comecei a aplicar o meu orçamento mensal que continuo a cumprir (com os devidos ajustes) mas demorei cerca de 1 ano para o construir. Este “ano zero” serviu para realmente tomar consciência das minhas despesas (quer mensais, quer anuais) e ver onde poderia cortar (supérfluo) para gastar no que me dá realmente satisfação.

É repartido nos seguintes pontos:
  • Supermercado (todos os gastos de supermercado: inclui comida, detergentes, consumíveis, etc...)
  • Prestação (prestação da casa, seguro de vida, seguro multiriscos e PPR)
  • Contas: telemóvel, internet, água, luz (não tenho gás)
  • Gasolina
  • Dinheiro bolso (aqui incluo todos os gastos pessoais: um café, um jantar fora, roupa ou cabeleireiro, por exemplo)
  • “Contas não mensais” (dinheiro que retiro todos os meses do ordenado para conseguir fazer face as variadas despesas que não têm carácter mensal como seguros, comprar lenha, revisão do carro, etc...)
  • Poupar (por pouco que seja, esta parcela aparece sempre)
Faço a sua gestão através de uma folha excel (não me dá muito jeito o método dos envelopes) que vou mantendo actualizada. Como sou eu, e só eu, sei sempre a quantas ando.


Desta forma tenho todas as despesas prevista cobertas e estou apta a fazer um pé de meia para eventualidades. Sim, e os subsídios de férias e natal, reembolso de IRS e eventuais prémios é tudo extra! Nos post seguintes irei “esmiuçar” cada um destes pontos do orçamento.